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Risco de asteroide 2012 DA14 afetar telecomunicações é muito baixo

 
Léo Rodrigues | 15/02/2013 - 12:41 Notícia publicada pela Portal EBC

Segundo o professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Othon Winter, não há motivos para preocupações com a passagem do asteroide 2012 DA14

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Sinais das telecomunicações não deverão ser afetados
Foto: Ministerio TIC Colombia / Creative Commons

Brasília - A passagem do asteroide 2012 DA14 será um evento totalmente monitorado pela NASA. Por isso, não há razão para preocupações. É o que garante o professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Othon Winter.

O asteroide passará a uma distância de 27,6 mil km da Terra. O horário de sua maior proximidade com o planeta está previsto para 17h40, no horário de Brasília. Segundo Othon Winter, a maioria dos satélites estão numa distância bem inferior.

Satélites do tipo Low Earth Orbit (LEO), que incluem os de monitoramento remoto e geoprocessamento, estão a cerca de 10 mil km da Terra. Há um grupo intermediário que abrange a maioria dos satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS). Eles se localizam a aproximadamente 16 e 18 mil km do planeta.

Telecomunicações

Numa última faixa, estão os satélites geoestacionários (GEO, Geostationary Orbit). Este grupo inclui os corpos mais pesados e, sobretudo, os usados pelas telecomunicações. "Alguns deles chegam a uma distância de 35 mil km da Terra. Eles são colocados nesta faixa para que possam fazer um movimento de rotação de 24h, igual ao do planeta. Por isso, um satélite colocado sobre o Brasil permanece sempre sobre o Brasil", explica Othon Winter.

Ainda assim, a probabilidade de um desses corpos ser atingido é bem pequeno. O professor esclarece que a trajetória do asteroide está muito bem definida e, certamente, as empresas de telecomunicações já foram alertadas para deslocar os satélites que estariam no caminho. "Claro que um falha de cálculo pode acontecer. Mas eu acredito que essa possibilidade é bem pequena", avisa ele.

Othon Winter ressalta também que não deve haver interferências na internet, televisão, rádio e em nenhum outro meio de comunicação. "Esse asteroide não possui nenhum campo magnético. Além disso, onde ele irá passar, não há atmosfera. Por isso, não existe a possibilidade dele provocar um fluxo de ar capaz de empurrar os satélites para fora de sua órbita. Provavelmente ele passará despercebido", conclui o professor.

 

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O EDITOR


Léo Rodrigues

Repórter da Agência Brasil, formado em Comunicação Social pela UFMG em 2010. Ex-jornalista da TV Brasil e do Portal EBC, onde também atuou como editor de esportes. Diretor de documentários cujo foco de interesse é a cultura popular, entre eles os longas "Aboiador de Violas" e "Pra fazer carnaval mais uma vez". Saiba mais

 

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